O portal românico do Perdão, na Basílica de Santo Isidoro em Leão é um elemento extraordinário do românico leonês. Trata-se de uma construção do século XII e por esta porta entravam os peregrinos que rumavam a Santiago de Compostela, daí chamar-se "Puerta del Perdón" por ser o objectivo máximo que os peregrinos desejavam na árdua tarefa da peregrinação.
O tímpano é extremamente rico na sua decoração escultórica e apresenta um grande realismo para os padrões da arte românica. Está dividido em 3 partes, com as representações da Ascenção, o descimento da cruz e o sepulcro.
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Friday, June 2, 2017
Monday, September 14, 2015
Série Fotográfica "Espíritos de pedra" | "Espíritos de Pedra" Photographic Series
Pombeiro é uma das mais antigas instituições monacais do território português, estando documentada desde 853. Do primitivo estabelecimento nenhum elemento material foi, até ao momento, identificado, mas tratava-se, com grande probabilidade, de um edifício modesto, eventualmente vinculado à autoridade asturiana e localizado no lugar do Sobrado, medievalmente designado por Columbino.
A génese do edifício actual conhece-se a partir de D. Fernando, o Magno. Um pouco antes, em 1041 (GRAF, 1986, vol.2, p.40) o mosteiro foi transferido para o actual local, aqui se levantando um primeiro conjunto edificado a partir de 1059. Desse monumento também nada chegou até nós, mas foi no período condal que se estabeleceram as bases do grande mosteiro baixo-medieval, nomeadamente a partir da doação de D. Egas Gomes de Sousa (em 1102) e da carta de couto de D. Teresa (de 1112).
O projecto românico arrancou algumas décadas depois, sob o impulso dos Beneditinos (e da importante família dos Sousões de Ribavizela), que aqui deixaram a sua marca na tipologia da igreja, que segue fielmente a planimetria dos grandes mosteiros da ordem: corpo tripartido de quatro tramos, com cobertura de madeira, transepto não saliente e cabeceira abobadada e tripartida, de perfil escalonado, de testeira circular e com capela-mor mais ampla que os absidíolos. A sua datação deve colocar-se ao longo da segunda metade do século XII (IDEM, p.40) ou, já, das primeiras décadas do século seguinte (ALMEIDA, 2001, p.113). De acordo com Jorge Rodrigues, no exterior da face Sul do transepto conserva-se uma inscrição de 1199, que refere D. Gonçalo de Sousa (o suposto fundador da obra românica) (RODRIGUES, 1995, p.241), pelo que é de supor que, por essa altura, o ritmo dos trabalhos estivesse neste ponto.
Tal facto contextualiza-se com as características do portal axial, vincadamente do século XIII. Perdida grande parte da campanha românica, pelas múltiplas alterações posteriores, o portal é o principal elemento remanescente desse período. A análise estilística que foi efectuada desta parcela confirma a sua datação tardia, de que são características as formas vegetalistas exuberantes e irregulares (aqui tratadas com grande carácter inventivo) ou os antigos temas de meados do século XII recuperados com uma nova estética, a mesma que se encontra em Paço de Ferreira (GRAF, 1986, vol.2, p.41) e no chamado Românico Nacionalizado do século XIII.
Terminadas as obras na fachada principal (de que se salienta também a ampla rosácea, semelhante às de Roriz ou de Paço de Sousa), adossou-se à frontaria uma galilé de três naves, que terá servido de local de enterramento para grandes nomes da Nobreza fundiária do Entre-Douro-e-Minho. Das tumulações aqui efectuadas, restam dois túmulos românicos, actualmente no interior do corpo do templo e atribuídos a um desconhecido nobre da família dos Lima e a D. João Afonso de Albuquerque (BARROCA, 1987, p.460).
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The first reference to a monastery or religious institution came from a papel brief to Pope Leo IV (in 853). Its founding would not occur until 13 July 1059 by Dom Gomes Aciegas, and completed 1102; the remains of this original construction are two small chapels (below the main altar), the mail entrance door and the four fortified arches. It is still unclear on the precise period that monastery and church was founded. Ferdinand I of Castile granted the proprietoriship of the convent to his nephew D. Gomes de Cela Nova (progenitor of the Sousa family). From the Sousas, the monastery passed to the Melos and Sampaios (later under the protection of the Barbosa clan until the 11th century), represented by the Baron of Pombeiro de Ribavizela. At the time the abbot of Pombeiro functioned as the head almoner for the Kingdom, when the King travelled north of the Douro and ombudsman of the Count of Pombeiro.
In 1112, under Queen Teresa, the monastery was off-limits to most of its citizens, including the church. Afonso I of Portugal provided privileges and patronage in 1155 to the monastery and its prelate Gonçalo de Sousa. The abbot (Gonçalo de Sousa) would initiate remodelling and renovations in 1199. The monastery continued to be favoured by the monarchy, and throughout the 12th century a number of reliquaries were deposited in the altars of the Church.
In 1234, the monastery traded lands with the Monastery of São Miguel de Refojos de Basto, in Cabeceiras de Basto. During this time, new renovations were made to the eastern portico and rose-window, with assistance from the patronage of the Sousa family, who also selected the porch for their burial tombs: on 10 March 1242, Vasco Mendes de Sousa (son of Conde Mendo de Sousa and Maria Rodrigues) was buried in this tomb.
By 1272, a second generation of public works were completed in the Church façade, under the direction of D. Rodrigo.
In the second-half of the 16th century, the abbot António de Mello order the execution of improvements to the church.
By 1578, the monastery's porch continued to exist, but now badly damaged, and as friar João de S. Tomás later noted: "there were, by order, coats-or-arms erected to identify the anciente nobility there buried, that there would serve as judge". On 6 March 1586, the monastery's rich patrimony was taken by King Philip I of Portugal and transferred to the Jerónimos Monastery. But, this did not limit the growth of the church and monastery, as major projects continued between the 16th and 18th century, with Jerónimo Luís being the principal contractor in 1600 constructing the two exterior towers.
Thursday, April 24, 2014
Série Fotográfica "Espíritos de pedra" | "Espíritos de Pedra" Photographic Series
A Sé Velha de Coimbra constitui-se em um dos edifícios em estilo românico mais importantes do país. A sua construção começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques se declarou rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, conde de Coimbra.
The Old Cathedral of Coimbra is one of the most important Romanesque Roman Catholic buildings in Portugal. Construction of the Sé Velha began some time after the Battle of Ourique (1139), when Count Afonso Henriques declared himself King of Portugal and chose Coimbra as capital. The first Count of Coimbra, the Mozarab Sisnando Davides, is buried in the cathedral.
Monday, April 15, 2013
A minha nova página de internet | My new website
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Monday, October 8, 2012
Igreja de Santa Eulália do Mosteiro de Arnoso
O primitivo templo foi fundado no século VII por iniciativa de São Frutuoso, bispo de Dume e de Braga durante a época visigótica, e destruído pelos mouros no século XI.
Foi posteriormente reconstruído por iniciativa de Garcia II da Galiza.
Em estilo românico, a igreja possui planta longitudinal formada por uma nave com arcos cegos adossados às paredes laterais e capela-mor de dois tramos coberta por abóbada cilíndrica.
A fachada principal tem portal de tímpano vazado em cruz com arquivoltas de arco redondo e capitéis profusamente decorados com elementos geométricos, entrelaçados e zoomórficos.
No interior é de destacar a presença de pinturas a fresco quinhentistas com episódios da vida de Nossa Senhora.
Wednesday, July 18, 2012
Castelo e Paço dos Duques - Guimarães | Castle and Palace of Dukes - Guimarães
O Castelo de Guimarães localiza-se na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e concelho de Guimarães, no distrito de Braga, em Portugal.
Em posição dominante, sobranceiro ao Campo de São Mamede, este monumento encontra-se ligado à fundação do Condado Portucalense e às lutas da independência de Portugal, sendo designado popularmente como berço da nacionalidade.
Classificado como Monumento Nacional, em 2007 foi eleito informalmente como uma das Sete maravilhas de Portugal.
O Paço dos Duques de Bragança foi erguido no século XV por iniciativa de Afonso I de Bragança. O estilo borgonhês deste palácio reflete os seus gostos, adquiridos nas viagens pela Europa, ainda que o seu aspecto actual tenha sido recriado, de forma polémica, durante o Estado Novo.
Esteve desocupado quando os duques se mudaram para o Paço Ducal de Vila Viçosa, período em que o edifício foi sendo pilhado, perdendo gradativamente a sua forma original que, atualmente, permanece ignorada.
Em 1933, sob o governo de António de Oliveira Salazar, foi transformado em residência oficial do presidente, após uma campanha de restauração controversa.
Castelo de Guimarães (English: Guimarães Castle), located in the city of Guimarães, Portugal, was ordered to be built by Dona Mumadona Dias in the 10th century in order to defend its monastery from Muslim and Norman attacks.
Count Dom Henrique (to whom the County of Portugal had been granted) chose Guimarães to establish his court. The fortress, then over a century old, needed urgent renovation. The nobleman chose to destroy what remained from Mumadona's construction, while extending the area of the castle and adding two entrances. The castle became the official royal residence from 1139, when Portugal became independent from the Kingdom of León, until circa 1200.
The Palace of the Dukes of Braganza was initiated between 1420 and 1422 by Afonso, Count of Barcelos, the illegitimate son of John I of Portugal (and future Duke of Bragança), after his marriage to his second wife. His prodigeny would occupy the space until the Dukes of Braganza moved to Vila Viçosa, abandoning the palace. The 16th Century marked the beginning of period of ruin, which was aggravated during the 19th century, when the local population used the palace a personal quarry. During the Estado Novo regime, a controversial restoration restored the Palace, while implying a grandeur that may not have existed. The Palace of the Dukes was classified as a National Monument (Portuguese: Monumento Nacional) in 1910, and has been an official residence for the Presidency.
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Saturday, December 31, 2011
Amostra do meu Sketchbook de 2011 | Sneak Peek of My 2011 Sketchbook
Alguns desenhos do meu caderno de campo. Um lugar onde registo ideias, pensamentos, estudos e
visões. Some drawings from my sketchbook. A place where I record ideas, thoughts, studies and visions.
Monday, November 28, 2011
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